Na consequência
Dos corpos expostos,
Da vergonha
Recoberta pela
Mentira recorrente.
No ato de amar,
Tornou o
Vil pensamento.
Por clemência,
Tentou debalde
Esquecer.
Mas a mente,
Num suspiro,
Relembra a
Fatídica noite.
No ato da
Ignorância,
Busca justificar
O ato
Injustificável.
O humor
Inabalável
Embebeda-se em
Lágrima,
Mas o olho
Torna a afagar
A boca,
Que beija
E mente.
E no ato
De mentir,
Afaga o olho
Apaixonado.
Torna sepulcral
O sentimento
Outrora ideal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário